quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Homem de farda preta entra no morro para matar, nunca para morrer! E para fazer o que a gente faz aqui, tem que usar farda preta!
Acordar hoje foi fácil. Difícil foi levantar. Difícil de me convencer a levantar no frio que novamente assola a cidade, e cair na água gelada pra encarar um outro treino de 8000. Me impeli a levantar, já atrasado, tomar uma tijela de sucrilhos, e me empurrar para a piscina. Desde que chegamos aqui, nunca tinha me sentido com tão pouca vontade treinar. Sentia um misto de medo e cansaço. Confesso que quase fiquei.
Mas cheguei, caí na água e como uma coisa natural, cresci na série como se o tempo estivesse esquentando.
Os primeiros 200m foram angustiantes. Me arrastei. A Mariana, menina que treina fundo comigo até me pediu para ir na frente.
Quando fiz o primeiro 400 forte e ouvi o Coach Omar falar que eu havia feito 4'45'', quando achei que tivesse feito 5'20'', me empolguei e o resto da série pode ser traduzido como superação.
Fechei a série para 4'40''. Não preciso falar mais nada. Fiquei feliz!

Amanhã é o último dia de treino. Vai fazer mais frio. Mas é o último.

Marco Veiga que nos aguarde!

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